“Suplemento é só para atletas”: um mito que a ciência derrubou.
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Da performance à longevidade: entenda como a suplementação entrou em diferentes rotinas de saúde e conheça cinco mitos que já ficaram para trás.

Ficou para trás o tempo em que a suplementação era vista como um recurso exclusivo de atletas em busca de uma melhor performance. Hoje, ela é utilizada por pessoas com diferentes estilos de vida, como uma aliada na atenção à saúde e ao bem-estar. 

Os suplementos ainda fazem parte do dia a dia de quem pratica esportes, mas extrapolaram o ambiente das academias, ginásios e estádios. Podem ser encontrados na casa de pessoas com objetivos diversos, desde aquelas que querem proteger a saúde muscular, até as que precisam corrigir um deficiência nutricional ou estão em um processo de emagrecimento saudável.  

Ao falar sobre suplementação, as conversas não giram somente em torno de desempenho, força e resistência física, mas também de energia, sono, longevidade e até imunidade

Mas o que explica essa mudança? Será que a popularização da suplementação significa que ela é a resposta para qualquer questão de saúde? 

Neste artigo, vamos mostrar como esse movimento aconteceu, apresentar cinco mitos sobre suplementos nutricionais que já não fazem mais sentido com a informação científica que temos hoje e dar dicas práticas para uma suplementação eficiente e segura.  

Leia até o final e aprenda mais sobre o tema.

O que você vai ler neste artigo:

  • Suplementação moderna: do ambiente esportivo à vida cotidiana. 
  • Como a ciência impactou nossa visão da suplementação
  • Quatro momentos que ajudaram a transformar a suplementos esportiva
  • Do esporte à saúde integral: a suplementação hoje
  • 5 mitos sobre suplementação que já ficaram para trás 
  • A suplementação hoje em dia: muita oferta exige atenção na escolha
  • Dicas práticas para escolher bem um suplemento
  • Quando procurar orientação especializada para suplementar?
  • Conclusão
  • FAQ – Perguntas frequentes sobre suplementação

Suplementação moderna: do ambiente esportivo à vida cotidiana

A ideia de complementar a alimentação com formas concentradas de nutrientes específicos não é uma novidade. O que mudou nas últimas décadas foi a possibilidade científica de investigar esses componentes, identificar suas funções no organismo com mais precisão e desenvolver suplementos com doses, formas químicas e condições de uso mais bem definidas.

A partir da segunda metade do século XX, as ciências do exercício ganharam mais espaço e, junto com elas, os suplementos esportivos modernos. O treinamento dos atletas passou a ser acompanhado por estratégias nutricionais mais estruturadas e determinados nutrientes passaram a ser mais estudados, não apenas como parte de uma boa alimentação, mas também como recursos para otimizar energia, recuperação e desempenho em situações específicas

À medida que o conhecimento desenvolvido nesse campo começou a dialogar com outras áreas da saúde, termos como proteína, aminoácidos, creatina e eletrólitos deixaram de fazer parte apenas dos ambientes acadêmico e esportivo e começara a ganhar o espaço cotidiano. 

A conexão entre suplementação esportiva e não esportiva, no entanto, nem sempre é direta: o fato de um suplemento ser muito utilizado por atletas de alto nível, não significa, necessariamente, que será indicado para todas as pessoas. Da mesma forma, um suplemento destinado a uma necessidade de saúde pode não ser útil para melhorar a performance

A finalidade, a dose, a forma do nutriente e o contexto de uso são fatores determinantes para a eficiência e segurança da suplementação nutricional. 

Como a ciência impactou nossa visão da suplementação

A evolução científica ampliou a visão sobre como o organismo utiliza nutrientes isolados ou combinados com outros em uma fórmula. Atualmente, sabemos que não basta focar só na quantidade de um ingrediente, é preciso pensar na forma química utilizada, na estabilidade, na biodisponibilidade, nas interações e na dose adequada para cada objetivo.

Com base em todo esse conhecimento, a indústria de suplementos foi capaz de dar um salto evolutivo e desenvolver produtos eficientes, seguros e práticos para o consumo de uma parcela cada vez maior da população. 

Ao mesmo tempo, o maior acesso à informação sobre o tema fez com que mais pessoas pudessem entender melhor esses conceitos e, assim, se sentirem mais confiantes para fazer uma escolha bem-informada.

Quatro momentos que ajudaram a transformar a suplementos esportiva

Alguns momentos podem ser definidos como marcos na evolução da pesquisa nutricional aplicada à prática esportiva. Veja alguns deles:

Anos 1960: a fisiologia chega aos campos. 

Em 1965, pesquisadores da University of Florida investigaram as perdas de água, sais e glicose de jogadores de futebol americano sob o calor e, a partir dos resultados, desenvolveram uma bebida com água, eletrólitos e carboidratos. Ainda na década de 1960, estudos sobre glicogênio muscular, ingestão de carboidratos e exercício prolongado, ajudaram a explicar como o organismo utiliza e repõe seu combustível energético durante o esforço. 

Início dos anos 1990: a creatina se torna um objeto de pesquisa aplicada. 

Em 1992, um estudo em humanos mostrou que a ingestão de creatina monoidratada podia elevar o conteúdo de creatina e fosfocreatina no músculo. A visibilidade que a creatina alcançou por meio do esporte de alto rendimento, especialmente após o Jogos Olímpicos de Barcelona, ajudou a ampliar a visão de que um suplemento poderia ser investigado para efeitos fisiológicos específicos. 

Décadas de 1990 e 2000: proteína e aminoácidos passam a ser medidos em detalhes.

Estudos experimentais começaram a acompanhar a síntese e a degradação de proteínas musculares após o exercício e a investigar como a disponibilidade de aminoácidos alterava essa resposta. Com o tempo, posições de sociedades científicas e revisões passaram a reunir esses resultados, relacionando ingestão proteica, treinamento e recuperação com mais precisão e estabelecendo recomendações baseadas em evidências para diferentes contextos de treino e populações. 

Anos 2010 em diante: a era da avaliação integrada.

A ciência passou a estudar não apenas se um suplemento contribuía para determinado índice de desempenho esportivo, mas também em que outros cenários ele poderia ser benéfico, para quem, com qual nível de evidência e quais riscos. Também ganharam espaço preocupações com qualidade, contaminação, formas de uso e variabilidade individual. 

Essa breve linha do tempo mostra que a suplementação se tornou mais valorizada quando passou a dialogar com a fisiologia, a tecnologia de formulação e a avaliação criteriosa de resultados. 

Do esporte à saúde integral: a suplementação hoje

A cultura esportiva foi muito importante para fortalecer a suplementação como uma aliada da saúde e do bem-estar. A busca por uma melhor performance e recuperação estimulou pesquisas e desenvolveu um mercado que, hoje, é capaz de conversar com atletas e não atletas da mesma forma. 

Afinal, mesmo para quem não está em busca de recordes ou medalhas, a vida apresenta outros desafios. Como manter a saúde óssea durante o processo de envelhecimento? Como preservar a massa muscular durante o emagrecimento? Como corrigir uma deficiência instaurada por uma condição de saúde? Como manter a ingestão adequada de determinados nutrientes durante um ciclo de vida especialmente escasso em tempo? 

Estratégias nutricionais que combinam suplementação e alimentação ajudam a responder a essas e outras perguntas, tudo sob uma abordagem de saúde integral: quando nutrição, medicina, educação física, psicologia e outras áreas da saúde observam o indivíduo para além de um único objetivo.

Nessa abordagem, a saúde não é entendida apenas como ausência de doenças. Ela envolve energia para as atividades cotidianas, autonomia na maturidade, manejo do estresse, qualidade do sono, prevenção a doenças e capacidade de atravessar diferentes ciclos com qualidade de vida. 

5 mitos sobre suplementação que já ficaram para trás 

A evolução da suplementação, sua expansão para além do nicho esportivo e a democratização da informação sobre o assunto fizeram com que diversos mitos envolvendo suplementos caíssem. Destacamos alguns dos principais. 

1. “Suplemento é só para quem treina muito”

Não é bem assim. O critério para suplementar não é o volume de exercício, mas uma avaliação individualizada das necessidades nutricionais, dos objetivos e do contexto de saúde. A suplementação pode fazer parte de estratégias relacionadas a deficiências ou risco nutricional, fases da vida e condições específicas. E essas fases e situações não precisam ter nenhuma relação com esporte de alto desempenho.

Pessoas idosas, indivíduos que passaram por cirurgia bariátrica, pessoas com alteração de absorção de nutrientes ou que seguem dietas que excluem determinados grupos alimentares podem se beneficiar da suplementação. E esses são apenas alguns exemplos, existem muitos outros. 

Ou seja, suplementação não é sinônimo de treino intenso, mas de avaliação adequada de objetivos e necessidades individuais. 

2. “O mesmo suplemento tem o mesmo efeito em todo mundo que toma.”

Este é outro mito que a informação de qualidade joga por terra. A resposta do organismo aos suplementos varia de pessoa para pessoa. Idade, alimentação, estado nutricional, forma química do nutriente, condições de saúde, uso de medicamentos e outros fatores podem mudar a resposta a um mesmo suplemento. Até mesmo entre aletas a resposta não é idêntica para todas as pessoas. O tipo de treinamento, a ingestão total de nutrientes e o estado fisiológico influenciam os resultados. 

Por isso, mesmo fórmulas de alta qualidade, como as desenvolvidas pelas Cycles, não eliminam a necessidade de individualizar a estratégia de suplementação. A tecnologia pode melhorar o aproveitamento dos nutrientes, a praticidade pode facilitar a integração à rotina, mas nada disso faz de um produto uma resposta universal para qualquer objetivo de performance ou saúde. 

3. “Quanto maior a dose, melhor o resultado”

Definitivamente, um mito. Em nutrição, existe uma diferença entre atingir uma ingestão adequada, buscar um efeito específico e ultrapassar uma margem de segurança. Os nutrientes se comportam de forma diferente no organismo. Alguns são necessários em pequenas quantidades, e o excesso pode provocar efeitos indesejados. No caso de vitamina e minerais, por exemplo, a ingestão total deve considerar alimentos, produtos fortificados e os suplementos ingeridos ao longo do dia. 

O caminho mais seguro e eficiente é respeitar a dose indicada no rótulo ou recomendada, de forma individualizada, por nutricionista ou médico. 

4. “Todo suplemento é para performance

Com certeza, não. Performance é apenas um dos objetivos que podem ser buscados com o auxílio de um suplemento alimentar. Existem suplementos indicados para corrigir ou evitar deficiências nutricionais, para o cuidado com a saúde dos ossos, manutenção da massa magra, suporte à perda de peso corporal e muitos outros objetivos que não têm relação direta com o esporte. 

5. “Quem suplementa não quer comer direito”

Outro mito sem conexão com a prática e a ciência. Suplementar e se alimentar bem não são escolhas opostas. Uma alimentação variada e rica em nutrientes deve ser a base da nutrição. Os suplementos existem para complementar uma necessidade e apoiar objetivos específicos, não para substituir a diversidade dos alimentos ou as refeições. 

Existem situações em que a alimentação não consegue suprir sozinha determinada demanda. Isso pode acontecer por restrições alimentares, necessidades aumentadas, dificuldade de absorção ou condições específicas de saúde. A suplementação deve ser vista como aliada nesses contextos. 

Nenhum suplemento sozinho é capaz de corrigir os efeitos de uma rotina alimentar desequilibrada ou um estilo de vida pouco saudável. Seja para saúde ou performance, qualquer estratégia eficiente é uma combinação de fatores: alimentação, movimento, sono, acompanhamento profissional e, quando recomendado, suplementação. 

A suplementação hoje em dia: grande oferta exige atenção na escolha

A expansão dos suplementos para além do segmento esportivo trouxe mais opções, formatos e promessas de benefícios. Há cápsulas, pós, líquidos, gotas, combinações de nutrientes, barrinhas e produtos voltados a diferentes momentos da vida. 

Essa variedade pode facilitar a escolha, mas também aumenta a necessidade de atenção. Por isso, antes de comprar, é importante observar informações como composição e dosagem e priorizar marcas reconhecidas no mercado pela qualidade. Além disso, sempre desconfie de promessas de efeito milagroso, cura de doenças, resultados imediatos ou transformação garantida. Marcas responsáveis e baseadas em ciência não atuam dessa forma. 

Dicas práticas para escolher bem um suplemento

Algumas perguntas ajudam a fazer uma escolha mais consciente

1. Qual é o meu objetivo com esse suplemento? 

Corrigir uma deficiência, complementar a alimentação, apoiar uma rotina de exercícios, ajudar em um processo de emagrecimento? Sem um objetivo claro, fica mais difícil avaliar se determinado suplemento é o mais adequado. 

2. O produto está regularizado e tem informações completas?

Um suplemento de qualidade fornece em seu rótulo todas as informações definidas pela legislação e importantes para a escolha. As principais são: lista de ingredientes, dose por porção, modo de uso, lote e validade. Na falta desses dados, desconfie. 

3. A promessa parece exagerada?

Desconfie de promessas absolutas, linguagem exagerada e afirmação de resultados rápidos. Benefícios nutricionais não devem ser vistos como tratamento para doenças ou salvações milagrosas.

4. A marca apresenta as informações sobre a formulação?  

A forma química, o veículo, a combinação de ingredientes e outros fatores podem influenciar o aproveitamento dos nutrientes. Essas informações nem sempre cabem num rótulo, mas marcas confiáveis costumam disponibilizá-las em seu site ou em seus materiais de comunicação. 

5. O produto é adequado ao meu momento de vida?

Gestação, lactação, uso de medicamentos, doenças crônicas e condições de saúde específicas exigem cuidados especiais. Sempre leve em consideração seu contexto pessoal, nunca se baseie nas escolhas de outras pessoas, ainda que sejam familiares ou amigos. Na dúvida, buque orientação individualizada de nutricionista ou médico. 

Quando procurar orientação especializada para suplementar?

A orientação profissional pode ser muito benéfica para extrair o maior benefício possível da suplementação. Ela é especialmente recomendada quando existe suspeita ou confirmação de deficiência, presença de sintomas persistentes, uso de medicamentos, gestação, amamentação, infância, idade avançada, cirurgia bariátrica, doença crônica, alterações gastrointestinais ou uso simultâneo de vários suplementos.

Procurar um nutricionista ou médico para orientar sua estratégia de suplementação não significa tornar o processo “complicado”, e sim mais eficiente. Uma boa estratégia ajuda a identificar o que realmente faz sentido para seus objetivos e a integrar o hábito da suplementação à rotina com segurança e tranquilidade. 

Suplementação: a ciência que acompanha cada ciclo

A Cycles acredita que a suplementação poder ser um grande aliada em diferentes momentos da vida, apoiando desde a busca por performance até a longevidade saudável. Mas isso só é possível quando existe respeito pela inteligência biológica de cada pessoa. 

Por isso falamos tanto sobre ciência aplicada e individualidade. Uma fórmula nutricional deve considerar a qualidade dos ingredientes, a biodisponibilidade, a segurança e a experiência de consumo. Já a rotina de suplementação precisa considerar necessidades individuais, objetivos, hábitos e momentos de vida.

Suplementar bem não é acumular suplementos nem seguir o que está “na moda”, é entender o que o corpo precisa e como ele pode aproveitar esses nutrientes da melhor forma. 

Conclusão 

A afirmação de que a suplementação só pode ser benéfica para atletas é um mito que a ciência já descontruiu. O esporte foi o primeiro campo em que os suplementos foram pesquisados e tiveram benefícios demonstrados em desempenho e recuperação. Hoje, porém, sabemos que suplementos nutricionais também podem ser aplicados em uma rotina de cuidados com a saúde e o bem-estar.

Essa evolução se deve ao avanço de pesquisas que aumentaram a compreensão sobre nutrição, prevenção e longevidade. Isso não significa que todas as pessoas vão se beneficiar com o consumo de qualquer suplemento. Os efeitos dependem de estratégia, individualidade, qualidade e segurança. 

Ou seja, suplementos não são apenas para quem treina muito, mas também não devem ser vistos como uma solução universal para problemas de saúde. Eles podem ser grandes aliados, desde que escolhidos e consumidos com critério e para finalidades específicas.

A melhor escolha de suplementação é aquela que considera o individuo de forma integral, incluindo o ciclo que está vivendo. 

Gostou de entender um pouco melhor como os suplementos saíram do universo esportivo para a rotina diária de pessoas com diferentes perfis? Então compartilhe este conteúdo com quem também se interessa pelo tema e acompanhe a Cycles nas redes sociais: @cycles.nutrition no IG e Tik Tok.

FAQ – Perguntas frequentes sobre suplementação 

Todo pessoa pode tomar suplemento?

A suplementação pode fazer parte da rotina de diferentes pessoas, mas isso não significa que todos precisem dos mesmos produtos. A escolha depende do objetivo, da alimentação, do estado nutricional, da fase da vida e das condições individuais. 

Quem não pratica atividade física pode suplementar?

Sim. Diversas situações, além da prática esportiva, podem tornar a suplementação recomendada: insuficiência ou baixa ingestão de determinado nutriente, fase da vida ou condição de saúde que afete a absorção, necessidade específica ou mesmo cuidados preventivos. A ausência de treino não é o que determina a necessidade de suplementar. Apenas é recomendável buscar orientação individualizada para entender quais suplementos atendem suas necessidades. 

Tomar uma dose maior acelera os resultados?

Não necessariamente. O excesso pode não trazer benefício adicional, aumentar o risco de efeitos adversos e, ainda, ser um desperdício de produto e dinheiro. A dose adequada deve considerar a ingestão total do nutriente, o objetivo e as características de cada pessoa. 

Suplemento substitui uma alimentação equilibrada?

Não. Suplementos podem complementar a alimentação quando existe uma necessidade e facilitar a ingestão de determinados nutrientes em momentos específicos, mas não substituem a variedade de alimentos, as fibras, as proteínas, a hidratação e os demais componentes de uma rotina alimentar adequada às necessidades de cada pessoa. 

Como saber se um suplemento é seguro?

Confira a procedência, o rótulo, a composição, a dose, as advertências, as restrições, o lote e a validade. Desconfie de promessas milagrosas e procure orientação profissional se houver uma condição de saúde, uso de medicamentos ou dúvida sobre a indicação. 

Quando devo procurar um nutricionista ou médico?

Quando houver suspeita de deficiência, sintomas persistentes, gestação, amamentação, idade avançada, cirurgia bariátrica, doença crônica, alteração de absorção, uso de medicamentos ou intenção de combinar produtos e utilizar doses elevadas. 

Sobre este artigo

Este artigo foi elaborado pela equipe editorial da Cycles Nutrition. As informações têm caráter educativo e não substituem avaliação, diagnóstico ou orientação individualizada de profissionais de saúde.

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